Como montar um kit de emergência para o carro

Confesso pra vocês que este assunto é novidade pra mim. Eu nunca tinha pensado em deixar um kit de emergência no carro, mas hoje isso me parece tão óbvio. Eu sempre carreguei pra baixo e pra cima sacolas e mais sacolas com as coisas do Mateus e como a sacola você mexe e remexe, foram muitas vezes que eu acabei esquecendo uma coisa ou outra e passando necessidade em alguma saída.

Mas como com bebês a questão de sempres estar preparado nunca é demais, achei a ideia muito boa. Afinal de contas, além de esquecer alguma coisa na sacola, sempre tem aquela saidinha que você achou que não ia precisar de nada (eram só 15 minutos) mas que tudo pode acontecer. O bebê pode fazer aquele cocô monstruoso, ele pode ficar irritado e querer a chupeta ou ainda pode derrubar aquele copo de suco gigante do restaurante em cima dele, ou pior, de você.

Mesmo que você deixe o kit no carro, dá pra ir buscar quando a emergência acontecer, né? Mas o que é legal ter neste kit?

  • Duas trocas de roupa para o bebê – como a ideia é ficar com o kit por tempo indeterminado no carro, prepare uma troca de verão e uma de inverno;
  • Deixe pelo menos uma blusa para você também para emergências;
  • Brinquedinho / Livrinho;
  • Chupeta;
  • Fraldas;
  • Pomada;
  • Lenço umedecido;
  • Álcool Gel;
  • Forro para trocador (que neste caso, como só será usado em emergências pode ser uma fralda grande);

Se você mora em cidades com muito trânsito, seria interessante deixar também uma mamadeira de emergência e um lanchinho como umas bolachinhas. Só tome cuidado se deixar o carro muito no sol, o que pode estragar as coisas.

E você, o que achou desta ideia?

Babá x Escolinha x Avó

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Este é um assunto que me preocupava desde que o Mateus nasceu. Com quem ele iria ficar quando eu começasse a trabalhar? Li bastante a respeito, pesei todos os prós e contras, visitei várias escolinhas / berçários perto de casa e acabei tomando a minha decisão. Acho que é uma decisão muito pessoal, que vale a análise caso a caso. Mas listei aqui os prós e contras de cada um que podem ajudar na tomada de decisão.

Prós Babá:

  • Criança fica em casa;
  • Não tem contato com outras crianças e fica menos doente;
  • Uma pessoa cuidando apenas do seu bebê – atenção exclusiva;
  • Não precisa levar / buscar e nem arrumar a mochilinha todos os dias;
  • Babá também cuida das coisas da criança – roupas, quarto.
  • Maior controle da alimentação da criança.

Contras Babá:

  • Geralmente o custo é mais alto – salário da babá mais gastos de manutenção da casa;
  • É uma pessoa dentro da sua casa por muito tempo – acaba sendo um pouco invasivo;
  • Tem questões trabalhistas – horas extras, FGTS, etc…
  • É difícil achar uma pessoa de confiança – pense que é seu filho que ficará aos cuidados de uma estranha no começo.

Prós Escolinha:

  • Bebê tem contato com outras crianças;
  • Há mais estímulo ao desenvolvimento;
  • Escolinha planeja atividades diferenciadas;

Contras Escolinha:

  • Criança fica por muito tempo fora de casa;
  • Pode contrair mais doenças;
  • Cuidadora cuida de várias crianças – maior risco de acidentes;
  • Muitas vezes tem que sair de casa muito cedo, até mesmo no frio.
  • Menos controle da alimentação da criança.

Prós avó:

  • Cuidado por alguém da família;
  • Muitas vezes a avó tem as mesmas ideias em relação a educação;
  • Fica em casa ou na casa da avó, mais aconchegante;
  • Cuidadora exclusiva (a não ser que a avó tenha mais netos)

Contras avó:

  • Avó tem uma tendência a mimar mais e educar menos – o que é super normal e ótimo quase sempre!
  • Cuidar do bebê acaba virando uma obrigação para a avó e não uma diversão;
  • O bebê deixa a avó com aquele compromisso todos os dias.

No meu caso, acabamos optando por deixar o Mateus com uma babá em nossa casa. Minha sogra dá muito apoio  quando a babá tem uma consulta médica ou quando tem que sair mais cedo e minha mãe também dá um suporte mesmo morando em outra cidade.

Esta escolha só foi possível pois encontramos uma pessoa de confiança a quem o Mateus adora. Para qualquer uma das escolhas é importante ter um plano B –  e se a criança que vai na escolinha fica doente? E se a babá falta?

Mas como eu falei no começo, é importante visitar as escolas, conhecer, procurar potenciais babás e conversar muito bem com a mãe/sogra se esta for a a opção.

A escolinha também não foi totalmente descartada por nós. Pretendo colocar o Mateus no próximo ano por meio período pois o desenvolvimento e contato com outras crianças é muito importante.

E você? Está tendo que tomar esta decisão? Conte como está sendo!